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Apenas imbrogliosDificilmente será interessante para você, ao menos que vc seja muito curioso, não tenha absolutamente nada pra fazer ou esteja apaixonado por mim 7月29日 O retorno! Ou não! - Senso de HumorOlá pessoas! Após mais de dois anos de silêncio eis que retorno! A vida começa a entrar nos eixos. Ou não. Mas tem um tema que eu gostaria de tratar. A muito ele me ronda as idéias e resolvi escrever sobre ele: senso de humor! Ter humor para ver e encarar as coisas é sempre bom. Deixa a nossa rotina mais leve, o fígado mais saudável, a vida mais agradável de se viver… E além disso o senso de humor afinado é charmoso. Agradavel. Saber rir de si mesmo é uma dádiva. E não, não estou exagerando. Ter senso de humor encanta. Portanto, não leve as coisas tão a sério assim. A maioria delas, nem vale a pena. Além do que, pra que sofrer por se você pode se divertir com elas? Nunca conheci alguem com senso de humor que não cativasse a maioria das pessoas com quem se relacionasse. Essa capacidade de rir de si, de se expor sem medo, de se desarmar e sair da "pose", desarma os outros e aproxima. Aprendi por experiencia própria. Sempre fui muito tímido. Sempre temia ser ridicularizado. Temia fazer papel de bobo. E sempre fazia. Claro! Pois o simples fato de temer isso me fazia agir de modo pouco natural e se tornava ridiculo, outras vezes era pelo fato de eu ser desajeitado, outras por ser distraido e muitas pelo simples fato de que todos nós erramos! E na maioria das vezes vai ter alguem achando graça. E precisamos aceitar isso, e nos divertir com isso! Hoje, mais velho, encaro minhas transições de adolescencia de modo mais distante. Com uma melhor noção do todo. E digo: Feliz o dia que, mesmo que fosse para me esconder, resolvi usar a chacota comigo mesmo. Me libertou. Não há outra palavra. Sempre que alguem vinha "zoar" comigo (e zoavam muito na escola, me assediavam psicologicamente, beirava e adentrava o bulling) eu não sabia como reagir. Inseguro, eu me fechava, me retraia. Conheci e conheço muitos que explodem, ou se consomem em raiva e mágoa - meu irmão era um desses, tinah 10 anos de idade e todo dia vinha pra casa com uma briga. MAs seja se retraindo ou explodindo, ambos são frutos da insegurança. Poucas são as pessoas seguras de si. E a maioria cai do cavalo. Pois então eu sentia muita raiva, muita mesmo. Mas ao contrário do meu irmão, eu me retraia, me escondia, tinha medo de tudo e todos. Muitos dizem que por pra fora é melhor. Eu discordo e concordo: lidar com os fatos de forma saudavel e equilibrada é o melhor. A única coisa boa em por pra fora é que o problema fica escancarado e se torna dificil esconder ele, seja de nós mesmos ou dos outros. O que nos obriga achar logo uma solução. Dificil descobrir exatamente quando comecei, mas arrisco entre meus 16 e 18 anos. Muitas cosias aconteceram. A música foi uma delas. Música é comunicação, é interação. Acho que foi onde eu comecei a transpor essas barreiras. Tinham muitas pessoas divertidas, faziam muita graça uma com as outras. Foi preparando o terreno. Tiveram as desilusões amorosas. Surgia a necessidade de se abrir sentimentalmente. E teve a internet! Escondido atras do PC eu participava ativamente de uma comunidade de webgame chamada GameForum e, passo após passo, fui arriscando. MAs acho que eu já possuia essa "semente". Lembro que, apesar de tudo, nunca um apelido pegou em mim. E que no ano que fui o numero 24 (acho que era o primeiro ano) a brincadeira morreu na turma. Porque? Eu não esquentava. Nem para apelido e nem para o numero 24. E não é que eu fingia não ligar, eu realmente não ligava. Minto... Nas primeiras vezes que tentaram me dar apelidos depreciativos (eu tinha uns 13 anos) aquilo me incomodou muito. Mas curiosamente eu fui capaz de pensar "Se eles verem que eu dou importancia terei que enfrentar isso o resto da escola" E resolvi não dar a mínima. Mesmo pq eu tinha medo. Mas fui capaz de deixar transparecer total naturalidade. E a partir daí fui realmente deixando de me importar. E o quanto eu agradeço a Deus por esse dia da minha vida. Fico pensando "E se naquele episódio eu tivesse levado a sério?" Somos como cachorrinhos, aprendemos com as experiencias. Agi não me importando e tive bons resultados. Aprendi a agir assim. O terreno estava pronto para aprender a fazer piada comigo mesmo, mesmo que ainda levassem uns 5 anos. CHEGA DE FALAR DE MIM! Isso tudo foi para dar meu testemunho: O SENSO DE HUMOR LIBERTA! (vou fundar uma "igreja"! ^^) ### fim do surto ### ### retomando o tema ### Não devemos confundir senso de humor com deboche, com leviandade, com rir a toa. E também não é rir de si correndo antes que alguem o faça. Até pode começar assim, mas definitivamente não é isso. Enxergo o senso de humor como algo mais amplo. Nem é necessário haver risadas. Simplesmente há leveza! E a capacidade de dar as coisas um tom leve. O leveza tem uma extraordinária capacidade de curar e é uma forma de auto conhecimento, nos dando uma percepção mais aguçada perante as situações da própria vida. Pergunto: de que adianta ficar nervoso, guardar mágoas, se enxer de raiva, brigar com meio mundo, ficar roxo de vergonha perante determinada situação, ou seja, lá o que for? Dá câncer! Problemas nervosos, rugas, gastrites, envelhecimento precoce, depressão. Além de nos tornarmos antipaticos. Nada mais insuportavel do que um pessoa que se leva muito a sério e pior ainda as que finjem, muitas vezes para si proprias, que são espontaneas, leves, mas no fundo se incomodam com tudo. É mais dificil curar. Onde nasce isso tudo? Vou tentar fugir da minha obsessão pela insegurança (onde eu vejo a raiz de quase tudo) e vou perseguir a pose! Nos queremos vender nossa imagem o tempo todo. Dando excessiva importancia para nós mesmos. E caimos no ridiculo. Ninguem se importa com a nossa imagem. Não da forma que pensamos. Nos auto valorizamos em excesso. Orgulho. Inseg.... Ops... :P Nossa! Está imenso de longo! E está muito tarde! Termino isso por aqui, mas eu voltarei! 3月4日 Sobre amor (continua a série de titulos geniais)Quero falar de amor. Mas não limitado a amor conjugal e sim o "amor humano" em geral. Serei breve. Apenas duas questões:
- É possivel amar ao próximo de forma saudavel e equilibrada quando não temos esse mesmo amor por nós mesmos? Não falo de egoismo. Amar a si não é pensar em si. Alias, a melhor forma de amar errado é quando amamos nos pondo em primeiro plano, mesmo que indiretamnete, encondendo de nós mesmos.
- O amor precisa ser escandaloso? Não pode se amar no silêncio? No respeito? Nos pequenos gestos? Claro que o ser humano ama os grandes dramas, mas na maioria do tempo o amor pode ser silencioso, sem ônus para o mesmo. Pelo contrário.
Alguem me dirá: "MAs o ser humano não se comunica por pensamento, é necessário haver comunicação" Concordo. Mas essa comunicação é necessária apenas para que o outro saiba. Quem disse que o outro precisa saber? Se eu amo, amo, e não cobro reciproca, pois quem ama sou eu, de modo desinteressado. E o amor verdadeiro respeita o silêncio, mesmo não sabendo o que se passa naquele silêncio.
Não estou falando de relações as dois. Estou transcendendo no que seria esse sentimento pelo proximo, independente da função social/sexual/parental.
Ficam as questões.
Ou não.
(Escrito a uns meses. Estava até então no "about me" do orkut.) 2月26日 Escolhas (sou muito original com titulos!)Escolhas simples... Escolhas complexas... Escolhas que parecem simples e se tornam complexas... Nossa vida é regida por escolhas. O que torna nosso processo de escolhas tão complicado? Nossas dúvidas... Nossas certezas... Nossos medos... Tendemos a medir riscos e não sair do terreno conhecido, mesmo que insatisfeitos. Tentamos fugir disso e, quando olhamos: lá estamos nós de novo no mesmo terreno, no mesmo padrão. Nos sentimos seguros em uma situação já experimentada mesmo que não satisfatória, e inseguros face a situações desconhecidas, novas. E é o que tornam nossas escolhas complexas e subjetivas. O medo. E escolhas aparentemente simples como "sigo pela esquerda ou pela direita" se tornam dilemas. Principalmente quando não sabemos o que vem seja pela direita ou pela esquerda... Que rumo minha vida toma a partir dessa decisão? Qual é a melhor opção? E não raras vezes escolhemos não nos mover... nem esquerda e nem direita... Adiando o inevitavel... Desejosos de que o tempo pare... Ou escolham por nós. 12月12日 Poema concreto?Nada de dor de cotovelo dessa vez! Não que não tenha ocorrido nenhum novo ^^ Inclusive tenho um novo texto escrito, mas foi e continuará sendo de conhecimento apenas da pessoa em questão. Ou não!
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Ok, quero dormir, vamso direto ao ponto! Hoje venho aqui trazer a público um talento excepcional! Um achado para a literatura do Brasil, quiça do mundo! Sim, é ele: Flávio Jobim, o Teoria!
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(sem titulo)
Ai fofinho...
Ai fofinho...
Cadê a canetinha?
Ai fofinho...
Cadê sua capinha?
Ai fofinho...
Ai fofinho...
Parou de comer
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PEna que apaguei muita coisa que recebi dele... Sim, podem me apedrejar... Eu mereço... :/
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Alguem aí conhece algum curso de dança de salão bom e barato?
10月17日 Sermão de casamento e outras coisasFeriado corrido. Pessoas, não se casem nunca em um feriado de manhã. Dito isto, continuo: Foi um casamento diferente dos demais que toquei, não apenas por ter sido num feriadão de manhã (e dia das crianças) como pelo repertório! Casaram ao som de músicas medievais e afins estilizadas! Dificil foi conseguir fazer o arranjo de algumas peça "celtas" para violão, flauta, viola e percussão. Acabamos optando por substituir por outra medieval. Enfim... Não levei muita fé de que o repertório funcionaria, mas surtiu um efeito legal :)
O que gostei mesmo foi do sermão do padre. Acho que foi a primeira vez que um sermão de casamento me prendeu a atenção, não apenas pelo tom leve que o padre dava, mas aliado a isso a sua firmeza e conveniência! Eu queria ter gravado aquele sermão. Ia colocar disponivel aqui ou até transcreveria. Pena...
Era um padre jovem e corpulento de fala agradavel. Seu sermão, curiosamente, se alinhou em muitos pontos com meu ultimo texto (esse abaixo sobre amor) Infelizmente não lembro de todas as passagens, mas todas eram bem convenientes para um casamento consciente. Tentarei passar aqui algo do que lembro.
Ele iniciou tomando a atenção de todos dizendo em voz firme e clara que era um triplo compromisso. E que não era um compromisso para crianças ou adolescentes. Mas um compromisso de adultos. Citou a frequência com que casais se separam pelo seu egoismo. Usou palavras duras e fortes. Mas mantinha uma oratória que prendia a atenção de todos e ao mesmo tempo que levantava sorrisos, deixava muitos pensativos.
Lembrou que para se ter um casamento "eterno enquanto dure" que se vá a um cartório e se case no civil, pois o religioso é para enquanto vivem e compromisso para pessoas maduras. Sempre se dirigia aos noivos e perguntava, com firmeza: "Vcs tem clareza disso?"
Um dos trechos que achei mais conveniente foi quando ele afirmou que ninguem deve se casar para mera satisfação pessoal. Usou frases curiosas como "Para formar um casal tem que se estar cheio, cansado de si! Quando a pessoa não aguenta mais SE satisfazer, satisfazer seus egoismos e passa a desejar viver para outro, aí ela está pronta para casar. Antes disso não. Que seja celibatário. Ou não. Mas não constitua família." Óbviamente não foram essas exatas palavras mas algo similar, porem muito mais interessante e com mais efeito.
Também falou sobre traição. disse que era normal em dado momento surgir algum desejo relativo a alguem que não o conjuge. Que todos sentiam, ele sentia. Que é humano. Porém lembrou que eram (ou deviam ser) adultos e conscientes dos seus pensamentos, palavras e atos, suas escolhas e suas consequências. Afirmou que não faltam homens e mulheres aparentemente maduros que sejam "retardados" emocionalmente e adolescentes em suas atitudes. Irresponsaveis. E reafirmou que tais pessoas não devem se casar. Homens (e mulheres) que com 30, 40, 50 anos mas que ainda são adolescentes e egoistas. (isso me dá idéias para um futuro texto, tratando do que penso sobre "maturidade", ser adulto e ser criança)
Comentou que um homem, uma mulher casado(a) ao trocar um único olhar com um terceiro e nesse olhar perceber que houve "algo além" seja da parte de si próprio ou do terceiro (ou ambos obviamente) a única atitude correta seria cortar de imediato as relações com tal pessoa na medida do possivel, ou ao menos evitar ao máximo qualquer nivel maior de intimidade.
Falou do conceito cristão do amor e o quanto ele era diferente do amor das novelas, filmes e livros. Lembrou o meu ultimo texto em muitos pontos. (o que me permite concluir que sem precisar me ater a citações, fontes e livros sou capaz de analizar eficientemente certas coisas, me baseando no bom senso, na observação e na lógica). Nem vou ficar citando o que ele disse do conceito cristão de amor. Vai ficar se sobrepondo ao meu ultimo texto. Apenas resumindo. É altruista, não espera retorno, é paciente, é respeitoso, assume suas falhas, e, obviamente, perdoa as alheias. Enfim, o amor cristão é tudo, menos romântico. Pode haver romance? Deve! Mas é uma caracteristica secundária.
Pena, pena mesmo não ter gravado isso. Eu devia ter ficado anotando. Mas nunca vi um sermão de casamento que fugisse da monódia habitual, estava desprevinido.
Se não me engano terminou lembrando como eles deviam ser cumplices um do outro. "Conversem, conversem muito. Repartam seus problemas, compartilhem suas dúvidas e dificuldades. Não escondam absolutamente nada um do outro. O casamento morre com a primeira mentira" E morre mesmo, pois ao se mentir alem de minar a confiança, abre predecente para outras mentiras e cada vez maiores. Ele deu a entender que mesmo um desejo excuso deveria ser partilhado (como um desejo extraconjugal que se tenha sentido) pois partindo da premissa que se estão casando são dois adultos a outra parte vai entender que isso é normal do ser humano (e não vai criar uma tempestade e ter crises de ciumes) e conversando sobre isto, afasta-se o fantasma e as chances de resolverem isso com sucesso juntos, é maior do que guardando pra si. Se tratando de adultos. Claro.
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Iniciei este post com outras coisas para escrever, mas esqueci do que se tratava :/ Fui! 10月10日 Amor?Eu te amo ou eu ME amo? O que significa a palavra "amor" para cada um de nós? Digo "te amo" e tento te fazer feliz ou digo "te amo" pq vc ME faz feliz?Amar, na minha opinião seria a grosso modo a capacidade de desejar a alegria e bem estar do ser amado pelo que ele é simplesmente, e sem esperar retorno. Uma linha tênue, muito tênue, divide o amor do puro egoismo.
Muitas vezes vemos pessoas dizendo que amam outras e nada mais são capazes de fazer do que machuca-las e afasta-las cada vez mais. Pq? Falta humildade, falta reconhecimento de erros, sobra egocentrismo. E nasce o "amor que destrói". É um amor egoísta, possessivo, incoerente, com dois pesos e duas medidas, inconstante, flutuante. Não digo que não haja algum resquicio de amor verdadeiro ali, mas se há, a muito foi suprimido. O "amor que destroi" é um amor desiquilibrado, um amor exagerado e um amor exagerado antes por si do que pelo ser amado. Duvidas? Se fosse amor e não egoísmo ele até poderia se magoar, mas NUNCA reagir violentamente. Claro que haveram momentos em que o amor sincero surgirá, num esforço herculéo a se desvencilhar do mar de egoismo (e mar esse não raro invisivel a nosso olhos), porem rapidamente é engolido por ele novamnete. E esse amor se perde dentro de si.
Existem diversos niveis de amor. E todos eles são em essência o mesmo. Apenas mudam de intensidade e função. Sim, função.
Qual a diferença do amor entre irmãos para o entre pais e filhos? E o de amigos para namorados? A função que cumprem. Em sua essência é sempre o mesmo: aquele misto de altruismo com egoismo e a necessidade humana de se apoiar uns nos outros. Não existe mágica no amor de dois enamorados, apenas o memso amor que existe para com um amigo somado ao instinto de reprodução e que nossa sociedade ocidental regra como um casal. É apenas a realidade! Apesar disso parecer retirar algo do "encanto" assenta os pés no chão. E a intensidade desse amor está diretamente ligada a cumplicidade, confiança e o respeito. Não importa o que vc diz. Se em seu suposto "amor" não mora o respeito, esse amor ultrapassou a linha do egoismo. Claro que toda a poesia e o "romantismo" é lindo. Nós precisamos disso. Gostamos de dar uma cara mais mistica as coisas. Temos essa necessidade e ela é válida! Mas não podemos esquecer do lado prático, ou nos perdemos.
É fácil, ridiculamente fácil, "amar" quem só nos faz bem. Um cachorro faz isso ^^ Agora... A capacidade de fazer bem sem esperar retorno...
Acreditamos amar, e não toleramos que discordem de nós.
Acreditamos amar, porém não pensamos nas consequencias de nossas atitudes.
Acreditamos amar, mas não damos satisfações.
Acreditamos amar, e não sabemos permitir que o outro faça o que quer para se sentir bem.
Acreditamos amar, entretanto traimos nosso amor.
E magoamos não apenas uma pessoa, mas ao menos uma dúzia. E nos sentimos magoados pq se afastam. E se afastam pq amam. E doi.
Em todos.
E muito.
Um amor que destroi. Um amor que adoece. A todos.
E os que restam sãos querem fugir, pois vêem que são incapazes de abrir os olhos de um amor cegado pelo orgulho. Dia após dia vêem esse amor cada vêz mais doente, e mais cego. E isso doí. E nada podem fazer. Para preservarem sua saude, fogem. Afinal... Do contrário adoecem dois ao invés de um.
A cura? Só existe quando aquele amor, aquele que moribundo se afoga no orgulho, consegue um lampejo de lucidez e deseja recuperar-se. Ele pede perdão. Ele se alimenta da humildade. O amor verdadeiro é humilde, é pacífico. E só a humildade o faz ressurgir novamente. E então... Para de ter pena de si. Tira o foco de si próprio e joga sobre quem diz amar. E, restaurado seu equilibrio, ama.
O desejo sincero de perdão não se reflete em palavras. Ele mora na mudança de atitude. Sim... é mais duro. E se deseja sinceramente perdão e voltar a amar sinceramente, tem que estar disposto a sacrificio.
Pode-se pedir perdão. Pode-se dar o perdão.
Mas não se reconstroi com palavras o que foi destruido por atos durante anos. Serão precisos anos.
E não anos de palavras. Mas de mudanças de atitude.
E de humildade.
De amor.
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Escrevi esse texto acima a um tempo, cheguei a por aqui mas tirei. O coloquei novamente com ligeiras modificações. Ele não se dirige a ninguem especifico, e sim a todos e a mim mesmo.
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Nos momentos em que ele se via intimo de si próprio vinha a sua face a expressão da dor que de todos escondia. Aparente indiferença banhada em lágrimas. 7月1日 Fim do intervalo!"About me" do Orkut antes de 01/07/2007 :
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É isso aí! Vamos lá robozinhos! Todos juntos com a Globo: PRA FRENTE BRASIL! RUMO AO HEXA!! E vida longa ao Panis et Circences! Uma pequena animação sobre nosso patriotismo de chuteiras: http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/corrente_page.htm Assistam! :) ------------------------------------
"About me" do Orkut depois de 01/07/2007 :
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É isso aí brasil! Acabou o recreio! Agora vamos continuar o pais sério que sempre fomos e mostrar toda nossa cohecida competencia ao exercer nosso direito compulsivo, forçado e obrigatório de voto.
GO GO GO escolher o proximo cacique da nossa linda, corrupta e fracassada tribo. Para que se preocupar? Daqui a 4 anos temos mais pão e circo! Animemo-nos!! \o/ ------------------------------------ 5月17日 UltimasA Orquestra Livre irá para Belo Horizonte inicio de Junho. Ficaremos lá uns 3 dias. :)
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Atenção para o III Encontro Brasileiro de Oboé e Fagote que acontecerá em Campinas em meados de Junho!
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Meu Deus, me dê a graça para conhecer a Sua vontade,
E a humildade para que conhecendo, a siga! Ilumina minha alma, clareia meus pensamentos. Que meu único medo seja o de Vos ofender. E que a única rejeição que eu tema, seja a Vossa. Meu Deus, me dê a coragem necessária para me enfrentar. ---------------------------------------------
Nem me lembrava de ter escrito isso. Já fui mais religioso. E desejo ser mais do que fui. 5月13日 Apenas obrigadoNão teve a mesma sorte. O que iria aquece-lo não seriam seus desejados braços. Poucos segundos para queimar o que ele levara horas escrevendo. As cinzas ao vento. Sumiam. A dor permanecia.
Acordara feliz aquela manha. Ansioso, nervoso.
Onde estão os fósforos?
Expectativa. Finalmente encontrara quem já havia desistido de encontrar.
Uma faísca. Achou. Os fósforos.
Um olhar dele. Ela de mãos dadas. O golpe.
A carta ardia ao fogo.
O tempo parou. Caminhava ausente. Via o mundo de fora dele.
Observava as chamas.
Um segundo. Não precisou mais. Tudo se perdera. Caiu em si. Lágrimas.
Ultima linha. Cinzas.
Sua música soava um lamento. Ironia. Planejara dar o melhor de si. Encanta-la. Agora aos dois embalava.
Espalhada. Diluida. Sumiam ao vento os ultimos vestigios de seu intento. Ilusão. De sua decepção nada subtraia.
Invejou a carta. 3月22日 HarmoniaUma coisa para eu me lembrar caso um dia eu forme família... E mesmo que não forme: Minhas atitudes, atos, mandos e desmandos, palavras, por moralmente defensaveis que sejam (ou que eu pense ser) estão trazendo paz e harmonia ao lar ou criam medo, insegurança, domínio e falta de diálogo?
Sim, eu sei que parece bobo, mas nos cegamos e nos esquecemos de certas premissas básicas ao longo da vida. Espero nunca fazer. Fica aqui meu lembrete para mim mesmo. 12月2日 Coisas demais em muito pouco tempoNão apenas coisas demais para se fazer e pouco tempo para executar tudo que se quer, como tb sensações e experiencias novas em excesso em tão curto espaço de tempo.
Confusão.
Quero férias, e sem acesso a messenger. Utopia. 8月21日 Últimas: A quem interessar possa!A Orquestra Livre tocará amanha (segunda, dia 22 de agosto de 2005) no Salão Nobre do Teatro Municipal de Niterói. Solarei (de novo -.- ) o Concerto em Sol Maior de Vivaldi para flauta transversal. Serão tocadas tb peças de Bartok e Farkas. MAis detalhes: http://www.vivamusica.com.br/evento.php?id=11148Importante: a Sala é bem pequena e se entra mediante distribuição de senhas... Se chegar lá 18:30 provavelmente já não achará mais senhas...
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Agora virei saxofonista... Ao menos segundo o Jornal de Turismo: http://www.jornaldeturismo.com.br/article2797.html
"A cada dia uma dupla de músicos e instrumentos diferentes (como piano, flauta, violão e sax) levará descontração ao restaurante Forno & Fogão."
Meu oboé virou um sax... :/ Acho que preciso estudar mais esse oboé... -.-
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O Villa-Antiqua irá se apresentar no Caleidoscópio. Um evento envolvendo mostras de trabalhos de artistas plásticos. Tocaremos peças renascentistas, como de costume. Com flautas doces e cravo.
Será no dia 27 de agosto, sábado. A hora? Sei lá... A exposição deve ser o dia todo... Nós iremos para lá as 17:00... Devemos tocar as 18:00. O endereço é: Rua Lopes Quintas, 576. Jardim Botânico.
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Que mais? Ah! O Medievo vai abrir a exposição de reinauguração do espaço cultural do IPHAN na avenida Rio Branco. Quando souber de mais detalhes eu os posto.
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Enfim... Recolher-me-ei ao silêncio novamente e voltarei a estudar. (AAAHHHHHH! Falta apenas um mês para as provas do THE da UFRJ!!)
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Já ia me esquecendo! Quinta feira agora a Camerata Quantz irá tocar Telemann, Haendel e outros na Sala Baden Powel. Se você gosta de música barroca não perca!
Promete ser bom... e o melhor, de graça! :) Estarei lá assistindo, sem dúvida! Mais detalhes: http://www.vivamusica.com.br/evento.php?id=10574
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Essas são as últimas notícias :) Até a próxima!
(adorei isso! Assim não preciso ficar repetindo as mesmas coisas para todo mundo. Quando alguem me perguntar "Novidades?", dou o link daqui! :P Meio antipático não? Pode até ser, mas antiprático que não é! :D)
FUI! 8月7日 Parabéns pra você!Hoje é a niversário da minha irmã! Visitem o blog dela e deixem seu recado: http://www.professoramuitomaluquinha.blogger.com.br/ Parabéns para você e todo esse tipo de coisas! p.s. Como ela é praticamente a única leitora de meu blog, acho que esse post é um tanto quanto inutil :P MAs está dado o recado! \o/ p.s.2 Clarinha, pare de ficar fuxicando Orkut e blogs alheios e vá se arrumar! O temos que estar as 17:00 no Municipal e vc precisa se arrumar! Anda! 8月5日 Apenas um adágioNão restou dor. Nem mágoa. Tampouco as alegrias e os sonhos. Apenas um vazio. Ausência... E nesta ausência vivem, juntas, riso e lágrima. Seu coração pede que se escreva sobre o espaço que ela tomou para si, e depois abandonou. As esperanças que ela construiu. O vazio que ela soprou. Essa amarga sensação da perda... Que o Tempo tomará para si. 8月1日 Até a próxima!Excelentissimos Doutores,
Venho por meio desta informar que me recolherei ao silêncio cibernético que vinha praticando até o dia 7 de Julho. Inclusive no msn.
Esse mês que passou eu centrei todos meus esforços, pensamentos e ações em um único objetivo. Quis Deus que não se realizasse. Agora devo voltar a terra e me centrar para estudar para o vestibular.
Já perdi muito tempo.
Inté!
p.s. Só para por ao menos um PS ^^
p.s2 Pq não dois???
p.s3 Ah! Agora é um PS de verdade! Não chorem! Aparecerei eventualmente no messenger e estarei verificando mensagens no orkut e emails. Apenas diminuirei, drásticamente, a frequencia. Sera como eu entrava antes... Algo mais esporádico. Nos vemos por ai.
p.s4 Caros Amigos da Ordem dos Sem Nome, manteremos contato. Não se preocupem. :) Não abandonarei vcs!
p.s5 O que faz um PS ser falso ou verdadeiro? Os dois primeiros são PSs comos qq outros oras -.- Podem ser inuteis, mas são PSs com toda a dignidade que lhes compete!
p.s6 Dia 7 agora é aniversário da minha irmã a Clarinha. Parabéns a ela desde já ^^ 7月29日 Uma simples elegiaCaminhozinho por onde eu ia andando
E de repente te sumiste
- o que seria que te aconteceu?
Eu sei... o tempo... as ervas más... a vida...
Não, não foi a morte que acabou contigo:
Foi a vida.
Ah, nunca a vida fez uma história mais triste
Que a de um caminho que se perdeu...
- Mario Quintana - 7月26日 O mundo da voltasDurante algum tempo ele se lamentou. Acreditou que isso não passaria tão cedo e que lamentaria cada vêz mais. Ele se via como o culpado, acreditava que por sua culpa jogara por terra o que a Divina Providência lhe reservara. Divina Providência... O quanto ele não rezou, confessou e comungou nessa intenção. Que intenção? De que Deus guiasse as coisas do melhor modo, do modo mais perfeito. Em sua cabeça não havia mais dúvidas! Era ela. Isso ele tinha certeza. Não poderia ser mais baixa, mais alta, mais faladora, mais quieta, mais timida, menos tímida, mais carinhosa, menos carinhosa, mais católica ou menos católica. Mais ou menos linda. Era ela. Por isso se lamentava. Por isso se culpava. Para ele estava tudo tão claro. Como não havia de ser ela? Já havia se apaixonado várias vezes. Algumas foram avassaladoras. Mas nunca ele sequer cogitou que amava uma delas. Era paixão. Agora já não era assim. A tempestade de sentimentos, o turbilhão de sensações estava por findar. E o que ele percebeu? A amava e ainda a ama. Nunca antes ousou falar isso de nenhuma outra.. Podia não te-la em seus braços, mas sentia-se em paz. Já não se arrependia de nada. Confiava em Deus e sabia que fez o que podia, procurou se superar como nunca antes. A cada dia se aplicava em estreitar os laços. Agiu com ela como jamais havia agido. Se entregou como em momento algum havia feito. Lhe disseram que ele pora tudo a perder. Há! Que outra demonstração de amor ela queria do que o que ele havia lhe mandado com tanto carinho? E ela sequer tomou a dianteira de agradecer... Se por apenas uma demonstração de insegurança a perdeu, não precisava tombar mais nenhuma lágrima. Não era ela quem estava reservada a ele. Ela nunca o quis de verdade. Certamente foi melhor para ele, não sei se ele deveria conquistar o amor dela como numa corrida. Seria ela alguma espécie de prêmio a ser conquistado? Sentada, impassivel sobre seu trono? Não. Ele está certo em não se culpar. Naqueles minutos de silêncio, que ela sabia o que queria ser dito, ela podia ter se adiantado tanto quanto ele. Podia por exemplo ter agradecido o presente. Ter se aproximado um pouco mais. Ele havia afinal dado o primeiro passo em concreto. Ela talvez estivesse mesmo em dúvida, mas creio que a decisão dela já estava tomada a muito. Ele sente muito isso. Gostaria muito que fosse ele. Mas agora vê, nítidamente, que se ela fosse a pessoa reservada a ele para selarem um compromisso por toda a vida, ela não teria dúvidas. Como ele não teve. Nenhuma. 7月24日 E o que se temia, aconteceuCom todas as letras. Todos os risos e lágrimas. Todos os toques e olhares. Aconteceu.
Talvez ele quisesse isso. Um masoquista quem sabe?
Está agora a se lamentar. Deve estar feliz. Palavras II - A MissãoTalvez ele não devesse falar. Por que deveria? Quem falou que isso era preciso?
Ele pensou que era, mas não sabia o que falar. Como exprimir tudo que sentia por palavras?
Minutos se passaram. Quais seriam as palavras adequadas?
Estava ansioso, os pensamentos corriam a mil. Não era capaz de formular um simples "Gosto de você, gostaria de conhece-la melhor".
Porque não abria seu coração e dizia que a semanas não pensava senão nela? Pensava em seu sorriso. Em seu jeito. Porque não dizia que as vezes se pegava sorrindo sosinho pensando nela? Por que não falar que desejava imensamente conhece-la de verdade, como pensa, seus medos, suas alegrias, o que a faz feliz, o que ela pensa para o futuro? Porque não falar que desejava abraça-la? Por não dizer simplesmente que adorava estar ao lado dela. Porque não dizer "te amo"?
Insegurança? Medo? Medo do que? Ela estava armada e pretendia matar o primeiro que falasse "gosto de você"? Que grande medo é esse de se abrir?
Veja ela! Ela estava lá. Ela sabia o que pretendia ser dito por mais que fingisse que não. Ela queria ouvir. Se não quisesse diria que tinha o compromisso de ir ver a mãe fazer a unha na manicure.
Tentou se por no lugar dela? O que ela pensava? O que ela queria ouvir? O que ela não queria ouvir? Infelizmente isso só ela pode falar. Você terá que descobrir sosinho. O que eu posso te dizer é que ela não pretendia perder tempo. Ela foi porque queria ouvir algo. Lembrancinhas podem ser compradas perto de casa.
Do que voce tem medo?
Esse é o problema. Você. Você. Você. Esqueça você. Não existe você. Existe ela.
Sei que você vai demorar para entender isso. E não serei eu que te ensinarei. Você não me escuta. A Vida te fará aprender.
Perdi a confiança em você. Nem tente de novo. Quantas vezes você tentar, você ira travar. Ela não merece isso. 7月22日 Palavras...Era uma pessoa sensivel, apesar de não aparentar muito. Tímido, mas alegre e falador. Sempre em meio a amigos, conversando, rindo. Adorava uma boa conversa. Poucas coisas o abalavam.
Havia uma menina. Linda, sorridente. Ele se encantou. Ao lado dela o tempo parecia não passar. Seu riso, sua voz, seu olhar... Ah! O olhar dela... Ele fitaria aqueles olhos por muito tempo. Não precisariam palavras. Olhava através deles dir-se-ia que hipnotizado, era apenas seu desejo de entende-la, saber como pensa. Era uma tentativa de buscar as palavras que lhe faltavam.
Palavras... Como lhe era dificil fazer o uso delas nessa situação. Não conseguia ordenar seus pensamentos em frases quando o que via e sentia era música. E para que buscava palavras? Quem lhe disse que elas seriam necessárias? Já não estava claro?
Para ele sim. E ela? Ele continuava a fitar aquele olhar, ouvir sua voz, deliciar-se com seu riso. Não sabia o que pensar. Procurava um sinal, mas todos lhe pareciam insuficientes. Era simpática, tratava a todos bem e dispensava muita atenção. Ele poderia estar de novo interpretando errado.
Como ele resolveria isso? Não queria lhe escrever. Palavras não seriam suficientes numa carta. Ele precisava da presença dela e paradoxalmente em sua presença a ação lhe era tolhida. Encontrava-se angustiado. Para lhe trazer conforto só restava a música. E a imagem dela. De seu riso. De suas convicções.
Tentou lhe falar. Duas, três vezes. Sempre se desarmava... O que fazer?
Porque era tão difcil? Como ele gostaria de saber... E como temia perde-la. Temia como nunca antes temeu. Não sabia se expressar. Temia não saber faze-lo adequadamente. Lhe restavam os olhares. E a música. Ela se contentaria com os olhares? Conseguiria enxergar por de trás daqueles olhos tudo isso? Perceberia em sua música todo o sentimento dedicado a ela?
Palavras... Seriam elas tão necessárias nessa situação?
Que palavras seriam capazes de descrever a troca profunda de dois olhares? O quanto as palavras podem falar da música? Para que moldar em palavras onde o sentimento perde dimensão? Quantas palavras seriam necessárias para descrever a sensação de um toque? Quando as palavras são realmente necessárias e quando elas criam barreiras por acharmos que elas são necessárias?
Por isso sou músico. As palavras que bem as usem os poetas. 7月19日 Confirmado: Apresentação do Medievo!Demorou mas saiu! Estão confirmadas as apresentações do Medievo dia 24 e 25! \o/
Tocaremos peças do sec XII ao XIV.
Dia 24, domingo próximo, a apresentação será as 16:00 horas no Museu da República situado na Rua do Catete, 153. Rio de Janeiro.
Dia 25 tocaremos no Salão Nobre do Teatro Municipal de Niterói ás 19:00 horas. O Teatro fica na rua XV de Novembro, 35. Em Niterói, obviamente! ^^
Mais informações no site: http://www.medievo.com.br/inicial.html Apenas um pouco de coragemMeu Deus, me dê a graça para conhecer a Sua vontade, E a humildade para que conhecendo, a siga! Ilumina minha alma, clareia meus pensamentos. Que meu único medo seja o de Vos ofender. E que a única rejeição que eu tema, seja a Vossa. Meu Deus, me dê a coragem necessária para me enfrentar. 7月18日 Às vezes a gente pensa que está dizendo bobagens e está fazendo poesia. (Mario Quintana)Insônias são desesperantes -.-
Você se deita achando que vai dormir e se livrar do estresse, das angústias, que irá descansar para ter força para enfrentar o outro dia e o que acontece? Você não dorme.
No inicio nem incomoda tanto, mas os minutos vão passando, as horas, você dá um cochilada, acorda, passam minutos, você começa a não ver a hora do sol nascer e sua cabeça não para.
Repensa o dia inteiro que passou. O que fez. O que deixou de fazer. O que deveria ter feito.
Em dado momento a realidade se funde com o sonho e você, literalmente, sonha acordado. Na verdade começa a parecer alucinação. O curioso é que você tem meia consciência de que está sonhando, apesar de estar de olho aberto. É estranho. Infelizmente não tenho como descrever... A sensação foge do padrão racional. Você entra num plano que as coisas perdem o sentido. Elas se montam e desmontam sem obedecer critérios lógicos. As coisas mais absurdas se tornam normais. Não existe absurdo. Nem tempo. Nem lugar. Tudo pode passar pela sua cabeça e se fundir e separar como bem entender.
Juro que não fumei maconha! É culpa da insônia mesmo!
Mas nem só de delírios e desespero é feita a insônia. Em dado momento me ocorreu uma pergunta clichê: Quem somos? Que me perdoe Paul Gauguin, mas não me interessa muito o "De onde viemos" e o "para onde vamos". Essas eu tenho asseguradas pela minha fé.
Minha fé. Exatamente isso que me incomoda no "Quem somos?" Não a fé em si, mas o fato d'eu tê-la. Quem seria eu se não a tivesse? E minha timidez? Sou desde que me entendo por gente. Se em algum momento, a cerca de 20 anos atrás, algo mudasse e minha timidez não surgisse. Quem seria eu hoje? Qual seria minha história?
Acho que as vezes nos apegamos demais a conceitos. Quem é Leandro Finotti? Um músico tímido que é fresco para comer, adora queijo e andar de bicicleta?
E se eu largasse a música? Deixaria de ser eu? Coisas que eu acreditava ontem, as repenso hoje.
O que temos de constante em nós que nos caracteriza como "eu"? Me ocorreu que fossem nossa trajetória e nossas escolhas. Então o "eu" é formado pela minha história... E se eu sofrer uma amnésia e minhas lembranças se perderem? Quem serei para os outros? Quem serei para mim mesmo? Sei que esses casos são extremos e são exceções, mas apesar de serem exceções as pessoas que sofrem isso também são pessoas como eu.
Quem sou eu afinal? Minhas lembranças, minha história? Acho que tb poderia acrescentar que sou o que projeto para mim. Sou, talvez, parte ambulante e viva de uma história que ajudo a escrever.
Não consegui definir o que seja. Para conseguir tentar dormir tive que me contentar em acreditar que o que me define como "eu" é não apenas minha vivência, minha trajetória, minhas experiencias, é também o modo como enxergo minhas experiencias, fracassadas ou não, boas ou más, e como me proponho ao futuro, no que acredito, no que desejo e espero.
Enfim... Devo me contentar em apenas ser.
Acabo por concordar com Gauguin... O "Quem somos?" está intimamente ligado ao que acreditamos no "De onde viemos" e "Para onde vamos".
Ou não! Não peço mais que paciênciaSempre a mesma coisa. Quer um conselho? Nada de ficar escrevendo coisas melancolicas. E nem coisas bobas para mascarar sua insegurança!
Não escreva. Aja!
Por mais certeza que você tenha do que quer, as outras pessoas não podem ler pensamento. Podem achar que você não sabe o que quer e está enrolando. Quer arriscar?
Eu não arriscaria. Você sabe o que irá acontecer. Vai esperar tudo cair do céu sem agir. Sim, repita esse padrão. Aí não terei como impedir seus posts amargurados pelos próximos meses.
Ultimo conselho: Tome uma atitude.
E pare de escrever posts discutindo consigo mesmo! Parece um esquizóide!
Louco... |
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